Os funcionários utilizam os termos salário e remuneração para se referir à parcela que recebem por seu dia de trabalho, mas o que poucas pessoas sabem é que são conceitos bastante diferentes. Entretanto, não só o empregado deve conhecer esta diferença, mas também os empregadores.
Isto é necessário porque, no momento da entrada, deve ser indicado o que constituirá o salário e o que será incluído na remuneração. Estas informações devem ser incluídas no contrato, conforme determinado pelas regras da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). Portanto, acompanhe conosco mesmo para entender a diferença entre salário e remuneração.
Salário
A CLT define salário como a contraprestação paga ao funcionário pelos serviços prestados. No Brasil, o salário mínimo é fixado pelo regime e serve de base para o pagamento àqueles que trabalham 44 horas por semana.
Portanto, os trabalhadores no Brasil que trabalham nesta fase não têm a possibilidade de receber menos do que o salário mínimo. Este custo pode ser modificado em certos estados, que têm a possibilidade de estabelecer um salário mínimo regional, porém deve ser preeminente ao salário mínimo pré-determinado pelo regime federal. Isto acontece a fim de contribuir para os trabalhadores diante das despesas de subsistência que poderiam ser mais elevadas. Entretanto, além do salário mínimo, existem diferentes tipos de salários, que são:
Salário base: determinado pelo contrato assinado entre a organização e o trabalhador;
Salário mínimo: determinado pelo sindicato para cada categoria profissional;
Salário bruto: este é o salário sem descontos;
Salário líquido: o valor total recebido pelo empregado;
Remuneração
Em paralelo, a remuneração é baseada na soma do salário determinado no acordo com outras parcelas, que são chamadas de benefícios trabalhistas. Entre elas, podemos citar as seguintes
Horas adicionais;
bônus;
Descanso semanal pago (DSR)
Subsídio de alimentação
Cuidados com a saúde;
Plano odontológico
Assistência à infância
Subsídio de transporte
Bônus noturnos;
Bônus extras de perigo
Riscos adicionais à saúde;
Incentivos oferecidos pela empresa, e assim por diante.
Tipos de compensação
Assim como o salário, a remuneração adicionalmente tem certos tipos. Entre eles, temos as seguintes remunerações:
Remuneração servível: está relacionada ao cargo e ao projeto salarial, e leva em conta as responsabilidades de cada funcionário;
Remuneração por competências: ela é estabelecida na funcionalidade das competências de cada cargo;
Remuneração variável: está relacionada com o desempenho dos funcionários em seu trabalho e os resultados alcançados;
Comissões e prêmios: também é variável e está relacionada à motivação dos funcionários. Eles têm a possibilidade de serem comissões e prêmios dirigidos àqueles que atingem os objetivos ou contribuem para o aumento das vendas, por exemplo;
Remuneração baseada na competência: pode ser utilizada em táticas que visam aumentar a qualificação dos funcionários;
Parceria de equidade: vai para organizações de capital aberto e depende de dar ao trabalhador uma parte da organização;
Importância de conhecer os termos
Agora que observamos as principais diferenças entre remuneração e salário, lembramos continuamente que as organizações têm de implicar o que está incluído em todas elas para que não cometam erros ao contratar um novo funcionário.
Uma vez que o gerente conhece a diferença entre estes termos e conhece a legislação comercial, ele pode evidentemente implementar cada uma das parcelas a serem pagas aos especialistas. Isto também evita prováveis inconvenientes trabalhistas, tais como processos judiciais, nos quais a organização terá que pagar valores mais altos do que realmente deve.
Além disso, o gerente também saberá como fazer o cálculo adequado dos pagamentos envolvidos com os outros direitos dos funcionários, tais como o 13º salário, férias e outros valores que devem ser pagos aos trabalhadores.
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